Tudo o que você precisa saber sobre SEO

Neste artigo, vamos contar tudo o que você precisa saber para fazer um trabalho de SEO completo para o seu site.

30 min. de leitura

SEO é a sigla para Search Engine Optimization e consiste em uma combinação de técnicas para fazer com que um site fique entre as primeiras posições nos mecanismos de busca, a partir de uma palavra-chave.

Neste artigo, vamos contar tudo o que você precisa saber para fazer um trabalho de SEO completo para o seu site.

1) Antes de começar, certifique-se de que tem tudo em mãos.

Há três conhecimentos importantes para ter uma melhor performance com SEO. Eles são: Otimização de códigos, manipulação de arquivos e conhecimento em HTML, CSS e Javascript (otimização OnPage).

Para editar os arquivos do seu site, você irá precisar do:

  • Login e senha da hospedagem do site ou do CPANEL
  • Login e senha do FTP

Se o site utiliza algum CMS (sistema de gerenciamento de conteúdo), como WordPress, Joolma entre outros, deixe o login e senha dos acessos ao painel de administração por perto.

Importante: existem cinco níveis de acessos diferentes ao WordPress:

  • O acesso de administrador;
  • O acesso de editor;
  • O acesso de autor;
  • O acesso de colaborador;
  • O acesso de assinante.

Para conseguirmos otimizar o site de forma completa, devemos ter o acesso de administrador. Isso será importante para instalação de plug-ins de otimização, que usaremos mais pra frente.

2) Fazendo as configurações iniciais

O segundo passo é fazer as configurações iniciais. As dicas a seguir são para sites que usam WordPress:

Instalar Plug-ins de SEO para WordPress

Existem dois plug-ins principais de SEO: o Yoast SEO e o All in One SEO. É importante escolher apenas um dos dois, para evitar conflitos. Eles possuem basicamente as mesmas funcionalidades.

Gerar arquivo sitemap.xml

O sitemap.xml é um arquivo no formato XML (eXstensible Markup Language) que tem a finalidade de mapear e listar as páginas de seu site em um formato específico.
Esse arquivo será enviado futuramente para a ferramenta Google Search Console, que irá ler o arquivo, rastrear e ranquear as páginas do site.

Gerando o arquivo sitemap.xml no Yoast SEO

  1. Faça o login no seu site WordPress
  2.  Clique em “SEO” e depois em “Geral”.
  3. Clique na aba “Recursos
  4. Alterne a opção “Sitemap XML“. Para ativar o recurso, configure a chave para “On”.
  5. Clique em “Salvar alterações

Passo-a-passo YOAST SEO. WordPress. Configuração de sitemap.xml

Depois disso, atualize a página e volte para o mesmo lugar: SEO > Geral > Recursos.

Vá até a área do sitemap.xml e clique no ícone com o ponto de interrogação.

Você irá ver o link “Veja o sitemap XML”. Esse é o seu sitemap.xml. Se você clicar nele você irá encontrar uma página com diversos links do seu site.

O padrão da URL do sitemap.xml é www.seusite.com.br/sitemap.xml

Gerando o arquivo sitemap.xml no All in One SEO

  1. Faça o login no seu site WordPress
  2. Clique em “All in One SEO” e depois em “General Settings
  3. Clique na aba “Feature Manager
  4. Na opção XML Sitemaps, clique no botão “Active”.
  5. Você irá receber a seguinte mensagem: “All in One SEO Options Updated.” Seu sitemap será criado nesse momento.
  6. Clique no link XML Sitemaps. Essa opção aparecerá dentro de “General Settings” do menu de navegação em “All in One SEO”, depois dos passos anteriores.
  7. Você pode então escolher as configurações do sitemap conforme necessário (recomendamos deixar padrão).
  8. Clique no botão “Update Sitemap” para salvar suas alterações. Espere a mensagem “All in One SEO Options Updated” aparecer para concluir a tarefa.

Assim como no plug-in Yoast SEO, o padrão da URL do sitemap.xml é www.seusite.com.br/sitemap.xml

Gerando o arquivo sitemap.xml caso seu site não seja feito em WordPress

Caso você não tenha um site feito em WordPress, você pode gerar um arquivo sitemap.xml por meio do site https://www.xml-sitemaps.com/.

Basta colocar a URL do seu site no campo indicado e clicar no botão “START”.

XML Generator

Esse link irá percorrer o seu site e gerar um arquivo XML.
Sua versão gratuita percorre até 500 endereços. Para sites maiores, utilize https://pro-sitemaps.com/.

Configuração inicial do Google Search Console

O Google Search Console, antigamente conhecido como Google Webmaster Tools, é um serviço muito útil para profissionais SEO com conhecimento em desenvolvimento Web.

Essa ferramenta permite verificar o status de indexação do seu site (com filtros de pesquisa, visibilidade e ranking), alguns erros de otimização UX (como tamanho de fontes, responsividade) e alguns erros de página (como páginas inexistentes, links quebrados, etc).

Para usar o Google Search Console, você precisa ter uma conta no Google e
acessar https://search.google.com/search-console/about. Depois, clique em “Iniciar agora”.

Você será redirecionado para uma tela, em que deverá colocar a URL do site que você quer monitorar.

Google Search Console

A partir dessa etapa, você terá que verificar a propriedade do site. Há 5 métodos de verificação do seu URL junto ao Google Search Console:

  • por arquivo HTML
  • por Tag HTML
  • pelo Google Analytics
  • pelo gerenciador de tags do Google (Google Tag Manager)
  • pelo provedor de nome do domínio.

Todas as instruções de como proceder estão nessa página. Escolha a que você achar melhor.

Atenção:
É importante que você tenha em mãos os acessos administrativos, descritos no passo 1 deste artigo.

Enviando o seu arquivo XML para o Google Search Console

Depois de fazer as configurações iniciais do Google Search Console explicadas acima, está na hora de enviar seu sitemap.xml para a ferramenta.

Na barra lateral esquerda, vá na aba Índice e depois no link Sitemaps.

Você verá descrito: “Adicionar um novo sitemap”. Insira sitemap.xml no campo indicado e clique em Enviar.

Envio de Sitemap

Agora é só esperar o Google processar sua solicitação.

Depois disso, irá aparecer um box de conteúdo com alguns detalhes do processamento do sitemap.xml indicando a data do envio, a última leitura, o status e a quantidade de URLs descobertos.

A conclusão desse processo pode demorar de um a três dias – seja paciente e, enquanto isso, dê andamento em outras frentes.

3) Fazendo a análise de SEO

Faça um relatório inicial usando o Google Analtyics

Verifique o desempenho do site atual no Google Analytics, com um relatório das visitas e analise:

  •  Média de visitas por dia
  • Média de visitas por página
  • Páginas mais visitadas
  • Média de páginas visitadas por usuário
  • Taxa de rejeição
  • Tempo médio que cada usuário passa no site

O ideal é ter um relatório dos últimos 3 meses.

Esses dados serão sua referência inicial e você poderá acompanhar a evolução do site conforme o andamento do seu projeto de otimização SEO.

Fazendo análise de desempenho com Google PageSpeed Insights

O PageSpeed Insights é uma ferramenta gratuita do Google feita para desenvolvedores. Ela auxilia a otimização do site, dando métricas de desempenho.

A ferramenta incorpora dados do relatório de UX do Chrome e divide seus relatórios em duas métricas principais: exibição e carregamento. Ela avalia a conformidade de uma página com as práticas recomendadas comuns para desempenho e calcula uma pontuação que vai de 0 a 100.

Há diversas opções disponíveis para otimização. O desenvolvedor deverá analisar, principalmente, as regras:

  • Ativar compactação
  • Reduzir recursos
  • Otimizar imagens

Para usar o Google PageSpeed Insights, acesse
https://developers.google.com/speed/pagespeed/insights/

Otimizando imagens

A velocidade do tempo de carregamento de um site depende de vários fatores, entre eles, o tamanho de arquivos que são baixados na hora do acesso.

Sites com imagens muito pesadas travam o carregamento. Por isso, confira duas ferramentas para otimização de imagens muito grandes:

Para imagens em JPEG
https://compressjpeg.com/

Para imagens em PNG
https://compresspng.com/pt/

A vantagem dessas ferramentas é que você pode reduzir o peso de uma imagem grande em até 90% sem perder a qualidade.

Baixe as imagens do seu site, faça sua otimização utilizando as ferramentas acima, e reenvie para o seu servidor (com o mesmo nome, para substituí-las na conclusão da transferência).

Levantamento de palavras-chave

Após compreender bem sobre o nicho em questão, é importante fazer uma lista de palavras-chave relevantes para aquele tipo de negócio. Para isso, você pode usar os próprios colaboradores da empresa, líderes, comentários em redes sociais e até mesmo o site.

Identificando palavras-chave relacionadas

Com todas as palavras-chave em mãos, agora está na hora de procurar variações desse termo e analisar se o site em questão já utiliza as melhores.

Para ver sugestão de palavras-chave, recomendamos a ferramenta Ubersuggest. Para usá-la, acesse: https://neilpatel.com/br/ubersuggest/

A ferramenta é gratuita.

Basta colocar o termo no campo indicado, selecionar o idioma e clicar em pesquisar.

Ubersuggest

A ferramenta irá retornar o volume de pesquisas, a sazonalidade e os dados sobre custo por clique (CPC).

Além dessas informações, você terá a sua disposição centenas de sugestões relacionadas ao termo, com os mesmos dados.

Identificar tendências das palavras-chave

Para identificar tendências de palavras-chave, a melhor ferramenta é o Google Trends. Uma ferramenta gratuita que apresenta informações e gráficos relacionados a um termo pesquisado.

Existem informações sobre volume de busca médio, volume de busca ao longo de um tempo (ótimo para identificar sazonalidades), volume de busca baseado em região e tendências de busca.

Para usar o Google Trends, entre no link https://trends.google.com/trends/?geo=BR, digite seu termo de busca e clique em pesquisar (o ícone da lupa).

Você ainda pode comparar 2 termos de buscas e visualizar qual é o mais vantajoso para o seu negócio.

4) Criação de conteúdo

Como trabalhar as palavras-chave corretamente

Depois de identificar todas as palavras-chave e as melhores variações, está na hora de criar conteúdos para o site.

Essa é a parte mais importante do SEO – costuma-se dizer que “conteúdo é rei”. Não adianta estar completamente alinhado na parte estrutural e o material publicado ser mediano. Seu desempenho nos mecanismos de busca será mediano também.

É importante, nesse tópico, quebrar alguns mitos de SEO.

O principal mito é tratar o conteúdo pensando nos mecanismos de busca – esse é um dos erros mais primários e comuns que os profissionais de SEO cometem.

Profissionais de SEO que identificam corretamente um leque de palavras-chave e repetem elas a esmo ao longo do site, sem se preocupar com o contexto e a qualidade, até colocam em risco o site.

Pode haver punição pelos mecanismos de busca, por cair no erro do “spam words”, ou seja, quando o site repete a mesma palavra-chave numa página, achando que isso vai dar mais relevância a ela.

Ainda há uma outra forma de punição: a “over optimization”, que significa uma otimização exagerada.

Ao criar o conteúdo, pense no usuário. É importante fazer um estudo de persona antes de produzir os textos. A dica é prezar pela informação de qualidade para o usuário (e não para os mecanismos de busca) – a boa classificação será consequência.

5) Análise On-Page

Ao mesmo tempo em que estiver analisando as palavras-chave, os conteúdos e desempenho, você deve fazer análises estruturais no site.

Existem ótimas ferramentas no mercado que otimizam o tempo dessas análises, como o Hubspot e o Screaming Frog.

Essas ferramentas conseguem fazer uma varredura no seu site e analisar a implementação dos títulos, das descrições, dos headings (H1, H2, H3…) e das tags alt nas imagens.

A ferramenta Screaming Frog é um software que você instala em seu computador. Sua versão gratuita permite uma análise de até 500 URLs.

Confira alguns dos apontamentos mais relevantes dessa ferramenta:

5.1) Análise de Títulos (tag <title>)

  • A ferramenta verifica se a página possui títulos (a famosa tag <title>) em todas as páginas.
  • A ferramenta verifica se há títulos duplicados. Ou seja, quando duas ou mais páginas possuem o mesmo título.
  • A ferramenta verifica as páginas com títulos acima de 63 caracteres.

A importância da tag <title>

A tag <title> é a mais importante do ponto de vista On-Page em SEO. É ela que indica o seu conteúdo e aparece com destaque para os usuários nos mecanismos de busca.

Todas as palavras-chave inseridas dentro dessa tag possuem um grande peso para os mecanismos de busca.

É uma boa prática colocar as palavras-chave mais à esquerda e a sua marca (assinatura) mais à direita, isso irá enfatizar as palavras relacionadas ao seu produto ou serviço e aumentar a sua taxa de cliques.

Os títulos devem ser escritos de forma clara, expressando com exatidão o conteúdo da página (o usuário deverá saber do que trata o conteúdo antes mesmo de clicar no seu link).

É possível fazer estratégias de branding em SEO utilizando essa tag e as boas práticas podem ser testadas, também, em anúncios do Adwords.

Com o tempo, você verá que o uso de SEO na tag title se alia muito bem com a estratégia SEM (Search Engine Marketing).

O problema dos títulos duplicados

Títulos duplicados são mal entendidos pelos usuários (afinal, por que páginas diferentes teriam o mesmo título?). Logo, não são bem vistos pelos mecanismos de busca.

Geralmente, o que ocorre quando os mecanismos de busca encontram dois títulos idênticos em páginas diferentes é a chamada “canibalização”. Ou seja, o buscador escolhe apenas uma página para exibir em e suprime a outra.

Esse problema é muito comum em blogs, quando se tem uma paginação.
Para contornar esse problema, recomenda-se o uso da tag de url canônica.

A sintaxe da tag de url canônica é a seguinte:

<link rel=”canonical” href=”https://suapagina.com/pagina-principal” />

Você deve colocar essa tag dentro das tags <head>.

O problema dos títulos muito grandes

Títulos muito grandes em SEO são um problema. Sempre que os mecanismos de busca se deparam com um título muito extenso, nos resultados da pesquisa, ele suprime um trecho, substituindo por reticências.

Ocultando uma parte do título, você tira palavras-chave do radar de busca – tanto do usuário quanto dos mecanismos:

5.2) Análise de Descriptions

  • A ferramenta verifica se o endereço possui descrições (meta tag description) em todas as páginas.
  • A ferramenta verifica se há descrições duplicadas.
  • A ferramenta verifica as páginas com títulos acima de 63 caracteres.

A importância das descriptions

Do ponto de vista do radar de palavras-chave dos mecanismos de busca, os termos inseridos nas descriptions são invisíveis. Apesar de eles serem visíveis ao usuário nos resultados de busca, não exercem influência direta nos mecanismos de busca.

No entanto, é um erro desconsiderá-los, pois são uma chamada complementar dos títulos e são um fator importante na decisão de clique do usuário.

O ideal é utilizar a meta tag description como uma informação complementar às informações da tag, dando mais detalhes da página e reforçando o seu sentido.

Dica especial: Testando tags de título e descrições

Existem ótimas ferramentas no mercado para você simular uma visualização de SERP (resultado de busca).

Para criar títulos e descrições no tamanho adequado, utilize a ferramenta Google SERP Simulator da Techincal SEO:

Google SERP Simulator

https://technicalseo.com/seo-tools/google-serp-simulator/

5.3) Análise de headings

A ferramenta verifica se:

  • As páginas possuem a tag H1 e H2
  • Há duplicação de tags H1 e H2
  • Há múltiplas tags H1 e H2 na mesma página

Entendendo a estrutura H1, H2, H3, H4, H5 e H6 em uma página

A estrutura dos headings de HTML é similar à estrutura de capitulação de um livro ou de algum artigo acadêmico.

Existe uma hierarquia de organização de conteúdo que vai da H1 (mais importante) até o H6 (menos importante).

O título do documento (página) tem que vir em H1 e ele deve ser único na página (assim como um livro, que tem apenas um título).

O subtítulo principal deve vir em H2, geralmente recomenda-se que também seja único – mas isso não é obrigatório.

A organização dos subtítulos seguintes deve respeitar uma ordem hierárquica, o H3 deve englobar o H4, o H4 engloba o H5 e o H5, o H6. Não é obrigatório o uso de todos os níveis – apenas se o conteúdo exigir.

Utilização dos headings

A importância de uma página com os headings bem estruturados

A importância dos headings bem estruturados não é apenas semântica ou estética, os computadores com tecnologias assistivas (próprios para quem tem deficiência visual) utilizam os headings como guias de conteúdo.

Um conteúdo com uma péssima estruturação de headings, apesar de, muitas vezes, ser indiferente para quem não tem deficiência visual, não gera uma boa experiência para quem tem.

Os mecanismos de busca valorizam um site com conteúdo, não apenas de qualidade, mas legível e inclusivo.

5.4) Análises de imagens

  • A ferramenta verifica quantas imagens possuem mais de 100 KB
  • A ferramenta verifica se há a tag ALT nas imagens

A importância das tags ALT nas imagens

Assim como os headings bem estruturados, a importância da tag ALT é inclusiva. Como pessoas com deficiência visual não conseguem ver uma imagem, ela necessita da tag ALT bem configurada.

A tag ALT deve funcionar como uma descrição da imagem, que irá para as tecnologias assistivas, se transformar em áudio-descrição.

Importante:

Nem todas as imagens precisam ter descrição ALT. As imagens que precisam são aquelas ilustrativas ou que complementam o conteúdo. Geralmente, temos sites com imagens que são meramente decorativas – essas NÃO podem ter descrição ALT.

Leia o manual de boas práticas de acessibilidade para imagens neste link:
http://emag.governoeletronico.gov.br/cursodesenvolvedor/desenvolvimento-web/praticas-web-acessivel-imagens.html

Ferramentas como Screaming Frog SEO apontam como erro qualquer imagem que não possua a tag ALT, mas cabe ao profissional saber apontar quais devem ou não ser preenchidas.

5.5) Análises de UX

UX é a abreviação para User Experience. É importante entrar no site, página por página, testar todos os recursos e verificar a possibilidade de melhorias. O ideal é pegar uma pessoa que nunca tenha acessado o site antes e pedir para ela fazer uma navegação. Verificar suas reações e anotar suas dificuldades.

Algumas ferramentas são ótimas para fazer essa análise. A principal dela é o heatmap: https://heatmap.com/.

Heatmap

O heatmap mostra uma representação gráfica de dados em que os valores individuais contidos em uma matriz são representados como cores.

Áreas em que o usuário clica ou onde mantem mais o mouse ficam com cores mais quentes. Você pode analisar se os principais pontos do seu site (como botões de compra ou conversão) estão sendo usados e, caso contrário, você pode repensar o layout, por exemplo.

A única desvantagem do heatmap é que a sua versão gratuita é muito limitada. Para uma análise mais acurada, será necessário adquirir a versão paga.

De qualquer forma, vale a pena estudar sobre UX. Existem diversos livros interessantes sobre o tema e na própria documentação de artigos do Google você encontra um ótimo conteúdo. Segue o link: https://developers.google.com/web/fundamentals/design-and-ux/ux-basics/?hl=pt-br

O link building é o trabalho de linkagem de um site ou uma página. Simples assim.

Existem dois tipos de trabalhos de link building:

  • link building do seu site (trabalho on-page)
  • link building para o seu site (trabalho off-page)

O link building do seu site se divide em: linkagem interna (páginas do seu site que linkam para outras páginas do seu site) e linkagem externa (páginas do seu site que linkam para páginas fora do seu site).

A linkagem interna diminui a taxa de rejeição, por permitir que o usuário navegue entre as abas com mais fluidez – além de atribuir importâncias diferentes, dependendo da quantidade de links que uma página tem.

Já a linkagem externa permite um encadeamento com sites de fora e ajuda o Google a definir seu nicho de mercado, essencial para alguma busca mais especializada.

O link building para o seu site é conseguido através de parcerias de conteúdos, preferencialmente de forma orgânica.

O Google considera a reputação e autoridade de um site, entre outras coisas, pela quantidade de (bons) links que ele recebe. O link de um site para outro é o equivalente a uma citação em uma monografia acadêmica. Se o seu site é referenciado por outros com autoridade no assunto, parte da autoridade deles é transferida para você.

Importante: cuidado com a estratégia de Link Building

Cuidado para não “forçar a barra” na hora de fazer uma estratégia de link building. Lembrem-se que não é apenas a quantidade de links que importam, mas a qualidade deles.

O Google ainda pune com severidade práticas como comércio de links, spam, etc.

A linkagem interna e externa dentro do seu site deve ser lógica e contextual. A linkagem para o seu site também. A estratégia mais indicada para conseguir links no seu site é não ter estratégia nenhuma. Faça um conteúdo de qualidade e as pessoas vão naturalmente te referenciar.

5.7) Silos ou “Topic Cluster”

A estrutura Silo de um site é uma técnica de organização de arquitetura.
A página inicial é a que tem maior autoridade do seu site. Você coloca os links principais do seu blog (as categorias de cada assunto) na página inicial, que por sua vez linkam os posts.
Assim, parte da autoridade da sua página inicial é passada diretamente para o seu conteúdo.

Imagine que você tenha um blog em seu site. Para fazer uma estrutura de Silos, você deve seguir os seguintes passos:

  1. Dê uma olhada em todos os posts do seu blog e classifique todo seu conteúdo por assunto ou categoria de conteúdo. Utilize uma planilha para organizar melhor.
  2. Para cada categoria de conteúdo, faça uma página, com um título otimizado, um subtítulo e um texto introdutório, com pelo menos uns 2 ou 3 parágrafos. Essas páginas serão as páginas “silos” do seu site (ou “topic cluster”).
  3. No final de cada página silos, mostre todos os posts desse assunto. Utilize as categorias ou tags do WordPress para filtrar isso, é bem simples.
  4. Em sua página inicial, coloque os links de cada página silos que você criou. Assim, a autoridade da página inicial irá passar para cada topic cluster e aumentar, por sua vez, a relevância de cada publicação.

Conheça a Bee

Aqui, nós planejamos estratégias em comunicação e criamos oportunidades que realmente trazem resultados para nossos clientes. Saiba mais.
Gabriel Vince
Web Developer
Sou o Gabriel Zanardelli Vince Esgalha, Web Developer da Bee Creative. Aqui, nossa essência é a paixão por ser diferente. Seja no planejamento de cada etapa, na inovação de processos, na criação de oportunidades ou na construção de marcas, somos apaixonados por gerar resultados – o que já começa em nossa própria cultura. Afinal, antes de sermos uma agência de publicidade, somos uma empresa de comunicação apaixonada pelo trabalho em equipe, pela produção de ideias e pela inovação. Isso é ser diferente. Isso é ser Bee Creative. Profissional Web, SEO, Design de Sites, Desenvolvimento de CMS, Mídias Sociais, Desenvolvimento de Jogos Online e Desenvolvimento de Aplicativos para Celular (Android).
Facebook
LinkedIn